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Luís Paixão Martins

O comportamento dos media está cada vez mais marcado pelas fontes profissionais

  • Nome: Luís Filipe Paixão Martins.
  • Data de nascimento: 1954 (1 de Janeiro).
  • Sexo: Masculino.
  • Habilitações académicas: Frequência do ensino universitário em Economia.
  • Local de trabalho: LPM Comunicação.
  • Órgãos de Comunicação Social em que trabalhou: Rádio Renascença, Rádio Comercial, Jornal Novo, Agência Anop, O Jornal, Sete, Agência Notícias de Portugal.
  • Ano em que se iniciou na profissão: 1971.
  • Estatuto profissional: Consultor de marketing.
  • Profissão dos pais:
    • Pai: Guarda-freio.
    • Mãe: Doméstica.

Data da entrevista: Outubro de 2006.

Apesar de ter trabalhado, ao longo de vários anos, em redacções de agências noticiosas, jornais, revistas e rádios, onde, aliás, a sua voz se tornou uma das referências das décadas de 1970 e 1980, Luís Paixão Martins considera não ter nascido jornalista. Foi talvez por isso e também porque pretendia trabalhar um pouco menos («um objectivo que, afinal, não se concretizou») que fundou, há cerca de 20 anos, a LPM, uma empresa líder de mercado no sector e pioneira, em Portugal, na introdução do conceito de conselho em comunicação e relações públicas.  É, aliás, numa ampla e bem mobilada sala de reuniões da empresa sediada em um moderno edifício de escritórios recentemente construído junto ao Parque das Nações, em Lisboa (tem ainda uma delegação no Porto e um escritório em Madrid), que decorre a entrevista. Que começou exactamente à hora acordada e sem interrupção de qualquer espécie, incluindo o habitual telemóvel. Com um q.b. de profissionalismo, humor e frontalidade, suas imagens de marca cultivadas. Extrovertido, fala com segurança, mesmo quando sabe (ou até, talvez por isso mesmo) que as suas afirmações estão destinadas (programadas?) a provocar polémica.
Alexandre Manuel