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Domingos Amaral

Fazer jornalismo nos tempos actuais exige grande investimento financeiro

  • Nome: Domingos Freitas do Amaral.
  • Data de nascimento: 1967 (12 de Outubro).
  • Sexo: Masculino.
  • Habilitações académicas: Licenciatura em Economia (Universidade Católica Portuguesa, Lisboa) e mestrado em Relações Internacionais (Universidade da Columbia, Nova Iorque).
  • Local onde trabalha: Maxmen.
  • Locais onde trabalhou: Independente, tendo ainda colaborado no Diário de Notícias, Grande Reportagem, Fortuna, Rádio Comercial, SIC, City e Invista. Colabora, actualmente, na Grazia e Diário Económico
  • Data em que iniciou a profissão: 1989.
  • Estatuto profissional: Director.
  • Profissão dos pais: Pai: Professor catedrático de Direito Político. ; Mãe: Escritora.

Ainda que licenciado em Economia (Universidade Católica Portuguesa, Lisboa) e com um mestrado em Relações Internacionais (Universidade de Columbia, Nova Iorque), Domingos Amaral nunca exerceu qualquer outra profissão para além do Jornalismo. Que iniciou no Independente, no final da década de 1980, quando, segundo ele, «havia a sensação de se estar a assistir ao nascimento de uma nova linguagem jornalística».

A dirigir, actualmente, a Maxmen e com colaboração regular em outras publicações, Domingos Amaral é também autor de quatro romances, o último dos quais (Enquanto Salazar Dormia...) constituiu um dos maiores êxitos comerciais no ano de 2006. É, aliás, num gabinete da sua editora de sempre, a Casa das Letras (antiga Editorial Notícias), que, para «fugir ao rebuliço da revista», decorre a entrevista.

Fala pausadamente, em discurso organizado e seguro, como se conhecesse antecipadamente o teor das questões que lhe vão sendo colocadas. Nada, para ele, constitui tabu, mesmo quando (assumidamente) opta pelo politicamente incorrecto, seja nos gostos pessoais, no modo de olhar a profissão ou ainda a propósito das suas opções religiosas e políticas: católico pouco praticante («casamentos, natais, baptizados e funerais...») e de centro-direita («cada vez um pouco mais ao centro»), recusando, no entanto, a «moda do neoliberalismo e do neoconservadorismo».

Alexandre Manuel